domingo, 27 de março de 2011

Quero que o Brasil lidere o mundo no século 21", afirmou durante o 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade.

Após elogios sobre soluções brasileiras para energias renováveis, redução do desmatamento, diminuição da emissão de carbono, remédios genéricos, entre outras, o ex-presidente americano Bill Clinton afirmou neste sábado, em Manaus, que espera a liderança do Brasil na mudança global em direção a um mundo sustentável. "Se eu fosse um político brasileiro hoje, saindo do pesadelo da inflação, e com tudo isso realizado, me perguntaria o que eles querem que façamos mais. Quero que o Brasil lidere o mundo no século 21", afirmou durante o 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade.

Por meio da William J. Clinton Foundation, o 42º presidente dos Estados Unidos realiza trabalhos sociais na África, América Latina e Ásia, e visita constantemente países que enfrentam grandes desafios. Com esta bagagem, ele não hesitou em declarar que o Brasil tem reservado um grande papel no cenário global. Segundo ele, a experiência do País pode dar respostas para combater a desigualdade, a instabilidade e a insustentabilidade - os três maiores desafios atuais da humanidade, segundo ele.

No entanto, o Brasil não deve estar sozinho. "Não se pode construir um futuro sustentável sozinho. É preciso convencer seus parceiros, China e EUA, a trabalhar junto nisso", disse. De acordo com Clinton, a China ainda não tem certeza se pode cortar as emissões de carbono e continuar com as mesmas taxas de crescimento a mesma "barreira mental" que impediu um acordo em Copenhagem. O ex-presidente afirmou que apenas quatro países conseguirão cumprir as metas de redução de carbono estabelecidas para 2012: Alemanha, Reino Unido, Suécia e Brasil.

"Todos esses países tiveram menos desigualdade, maior taxa de emprego e maior crescimento do que os EUA nos últimos ano, porque mudaram a forma de produzir e consumir. Vocês podem provar ao mundo que isto é sustentável e altamente lucrativo", disse a uma plateia formada em sua maioria por empresários brasileiros, que faziam intervenções com aplausos ao discurso do ex-presidente.

EnergiaClinton apontou o etanol de cana de açúcar como umas das soluções para um dos temas mais discutidos no fórum e disse ainda que espera um acordo entre Brasil e Estados Unidos para exportação do combustível renovável. Além disso, comentou também a polêmica construção da usina de Belo Monte, na bacia do rio Xingu, sem definir uma posição clara, no entanto.

"A grande controvérsia sobre a energia verde agora com relação as pessoas que vivem na região. Sei que é um problema. Nestas palestras, sempre tento entrar nos detalhes, ir além do que fazemos em politica. Durante 95% do tempo debatemos o que vai se fazer e quanto vai gastar. Não havia consideração sobre a terceira perguntar: como vai fazer? As pessoas podem viver com coisas que são contra, se elas forem consultadas antes. O Brasil precisa de mais energia, precisa ser limpa, precisa manter a cultura indígena, a floresta. Sei que é difícil, mas todo projeto grande exige pensar como o Brasil vai ser para seus filhos e netos", afirmou.

IdeiasDurante o discurso e também ao responder uma pergunta da plateia, Clinton defendeu a eliminação dos aterros sanitários. "Eu fecharia todos os aterros sanitários, pegaria as pessoas desempregadas e colocaria para trabalhar reciclando e compactando o lixo, para depois queimar e criar energia a partir dele", disse. O ex-presidente citou diversos exemplos vistos ao redor do mundo, que incluem painéis solares, energia eólica, e eficiência em construções, principalmente nos grandes centros urbanos.

"Trabalhamos no Rio para trocar os semáforos por luzes de LED, que são mais caras, porém têm maior tempo de vida e emitem menos gases, além de reduzir a conta de energia das cidades", afirmou. Clinton também citou uma reforma no Empire State Building e afirmou que as iniciativas sustentáveis também são responsáveis por criar empregos. "A cada US$ 1 bilhão gastos em plantas de energia solar conseguimos 900 empregos nos EUA. Fazer os prédios mais eficientes consegue 7 mil empregos.

domingo, 12 de setembro de 2010

Brasil quer fazer Copa 'verde' em meio a problemas ambientais!

País buscará construir estádios ambientalmente sustentáveis e preparar ações para alavancar reciclagem, coleta seletiva e produtos orgânicos!

Ao mesmo tempo em que busca construir ou reformar estádios utilizando o reaproveitamento da água, o uso da energia solar, a reciclagem e a ventilação natural, o Brasil tenta superar problemas como os aterros, a sujeira das cidades, o esgoto não tratado, a drenagem e os altos índices de desmatamento e emissões de gases poluentes.

Para João Alberto Viol, presidente do Sinaenco, o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva, o Brasil conseguirá cumprir parte do objetivo.

O arquiteto Marc Duwe, que trabalha para a empresa que projeta a reconstrução da Fonte Nova, destaca "o reuso da água, o sistema da cobertura que usa menos aço e a ventilação natural" como fatores importantes do projeto.

"Toda a especificação do projeto (de Cuiabá) leva em conta a eficiência energética, a reciclagem, o uso de madeira certificada, é uma lista bastante grande de itens que tem a ver com a questão ambiental", declarou.

sábado, 11 de setembro de 2010

Seminário discute as vantagens do Plástico Verde !

No dia 23 de setembro, profissionais e empresários estarão reunidos, em Maceió, no I Seminário de Oportunidades e Negócios para Fornecedores das Cadeias Produtivas de Petróleo, Gás e Química e Plástico.

Um dos destaques envolve a discussão sobre a substituição do petróleo na produção de plástico.
O chamado “Plástico Verde” será tema de uma das palestras do seminário. O diretor industrial da Braskem, Álvaro César, falará aos participantes sobre os processos inovadores que vem sendo adotados pela indústria brasileira para tentar reduzir os impactos ao meio ambiente e gerar sustentabilidade.

O polietileno (PE) e o polipropietileno (PP) são as principais matérias-primas para a produção de plásticos. Esses compostos têm como base, em sua maioria, o petróleo. Mas, o que muito poucos sabem é que o Brasil é o primeiro país a desenvolver polímeros a partir de matérias-primas 100% renováveis.
Comparado com os outros tipos de polímeros, produzidos a partir do petróleo, o PP possibilita uma maior redução dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera. De acordo com dados da Braskem, cada quilo de polietileno verde produzido captura e fixa 2,5kg de CO2 que estão na atmosfera.

A partir dessa nova tecnologia, é possível produzir todos os tipos de polietileno: PEAD (polietileno de alta densidade), PEBD (polietileno de baixa densidade), PEUAPM (polietileno de ultra-alto peso molecular) e PEBDL (polietileno de baixa densidade linear), com 100% de matéria-prima renovável.

Outra vantagem é que não há necessidade de investimentos na adaptação dos maquinários de indústrias de transformação.

No Brasil, o polímero verde já vem sendo testado em fábricas de automóveis, embalagens alimentícias, cosméticos, brinquedos, materiais de limpeza, entre outras. 

Matéria publicada em http://www.alemtemporeal.com.br/?pag=eventos&cod=1821






Longevidade, 'Super pílula' poderá prolongar a vida !


Escola de Medicina Albert Einstein, em Nova York, Nir Barzilai, diretor do Instituto de Pesquisa sobre o Envelhecimento diz que diversos laboratórios americanos já trabalham no processo de criação de um fórmula que provoque o mesmo efeito desses genes no corpo humano.

Cientistas americanos trabalham na criação de uma "super pílula" que ajudaria a prolongar a vida por mais de 100 anos.

O novo medicamento foi elaborado de modo a copiar a ação de três genes que aumentam significativamente as chances de viver mais de 100 anos. 

Dois desses genes agem na produção do HDL, o chamado colesterol "bom", que reduz as chances de doenças do coração e derrames, enquanto o terceiro ajuda a prevenir o diabetes.

Essas variações genéticas foram identificadas numa pesquisa realizada com um grupo de judeus com 100 anos ou mais e podem revolucionar tratamentos capazes de retardar o envelhecimento.

 


sábado, 4 de setembro de 2010

Países avançam em direção a acordo para "Fundo Verde"

50 nações fizeram progressos na sexta-feira em direcção ao acordo para um "Fundo Verde" a fim de ajudar os países pobres a combater o aquecimento global.

Ministros do Meio Ambientes e autoridades presentes em Genebra, na Suíça, também afirmaram que qualquer acordo selado na reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o clima, que ocorrerá entre 29 de novembro e 10 de dezembro em Cancún, no México.
O fundo deverá supervisionar biliões de dólares para ajudar os países em desenvolvimento a passar dos combustíveis fósseis para as fontes de energia renovável, como a energia solar ou eólica, e auxiliar na adaptação para enfrentar mais enchentes, secas, deslizamentos e a elevação do nível do mar. 

A ministra das Relações Exteriores do México, Patricia Espinosa, afirmou, porém, que qualquer acordo para lançar o Fundo Verde teria de integrar um pacote maior em Cancún, incluindo formas de compartilhar tecnologias de energia limpa e proteger as florestas.

As nações ricas, afetadas pela crise mundial, mantenham a promessa feita na cúpula de Copenhague em 2009 para doar aos países pobres 30 bilhões de dólares 

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Operação Centauro Verde cumpre 25 mandados contra crimes ambientais no Rio Grande do Sul

3° Batalhão Ambiental da Brigada Militar deu início na manhã desta segunda-feira, na região do Planalto gaúcho, a Operação Centauro Verde, que tem como objetivo coibir crimes ambientais.

O 3° Batalhão de Operações Especiais (3°BOE) e Batalhão Rodoviário apoiam a ação, que conta com:
  • 140 policiais militares, 
  • 30 viaturas 
  • e um helicóptero.
No total 25 mandados de busca e apreensões foram cumpridos nos municípios de Passo Fundo, Lagoa Vermelha, Ciríaco, Tapejara, Moliterno e Água Santa. 

Até o momento 14 pessoas foram encaminhadas a Delegacia de Polícia.

"Município Verde" continua como objetivo !

Governo de São Paulo lançou há cerca de três anos o "Município Verde", um projeto ambiental inovador.

O objectiva é descentralizar a política ambiental, ganhando eficiência na gestão ambiental e valorizando a base da sociedade.
 
 A gestão ambiental compartilhada cria uma responsabilidade mútua, exigindo o desenvolvimento de competência gerencial nos municípios.

É a equipe do Projeto quem faz uma avaliação desse comportamento ambiental e dá uma nota ambiental aos municípios.

As notas variam de zero a 100, mas somente quem atinge nota superior a 80 recebe o certificado de "Município Verde Azul".